sábado, 13 de junho de 2026

 31 12 de outubro

Tempo de espera para que a natureza se faça renovada e acorde de novo, mais tarde, quando a primavera se fizer anunciar. Mas, por agora, a mudança impõe-se. A atmosfera outonal acomoda-se. Emoções, sentimentos, imagens, sentidos desesperados. Tempo que favorece a criatividade. Tão diverso. Trilha de liberdade e de silêncio em momentos de escrita e de arte. A música, as palavras, as imagens! Porque é outono.

publicado por momento do café às 12:53
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20
12 de outubro

Portugal fica mais pobre por longos anos. Mais pobre! Lá fomos (sem canto, nem riso) de mãos contínuas à "caridade" externa. Dependemos da ajuda "dos outros" e o país tem de ser governado com medidas que nos impõem sacrifícios para cumprir os compromissos firmados. Isto é soberania? E por que se chegou a esse sufoco? Portugal sempre teve tendência e gosto para viver acima das suas posses, dizem. A realidade é bem outra. Os cidadãos comuns estendem as mãos e agarram o trabalho, bem preciosos que não querem perder, pagar impostos, cumprir as obrigações fiscais... e acabam por pagar, de toda a forma e feitio, o "pato" que os responsáveis ​​pelos sucessivos governos foram engordando e que o governo atual não consegue emagrecer. Com um governo sem ideias para queimaduras as gorduras, vemo-nos gregos para pagar o "pato".

publicado por momento do café às 11:30

19
12 de outubro

Outono, decidido, desenvencilha-se do sol pálido que possa atrapalhar os seus ímpetos e, sem demora, quer importar o seu verdadeiro génio. Chuta, de vez, o verão que desvanece. Encosta-o ao passado. Assuma o espaço que lhe competirá no calendário dos dias até que o frio do inverno se faça sentir e o relegue, também, para o tempo passado. Lança-se numa ventania incómoda. Folhas secas voam  atordoadas , dançam, rodopiam, aconchegam-se, desfalecem e, por todo o lado,  ao som do vento, estendem  tapetes de matizes únicos que marcam mais um outono que chega sem disfarces. 

publicado por momento do café às 11:24
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12
12 de outubro

Afinal não temos um governo. Temos um "pelotão de fuzilamento" da classe média. Quando esta estiver completamente espremida através dessas medidas austeras e desconcertantes que lhe impõem uma enorme carga fiscal e, já moribunda, não poderá contribuir para este Estado sangrento, a quem é que irá recorrer aos que nos governam? Que contas vão fazer? De ditadores de medidas de austeridade chegaram a ter ditadores do empobrecimento de quem, com o seu trabalho, contribui com os seus impostos para o financiamento e economia de Portugal. Os governantes, democraticamente eleitos, não respeitam a dignidade, nem os sacrifícios da classe social que sustentam o país e aguentam todos os desvios orçamentais que por aí acontecem !!! 

publicado por momento do café às 10:43

02
12 de outubro

Fala-se. Ouve-se. Vê-se. Sente-se. Crise! Impiedoso. Prenda o sonho. Amarra a esperança. Ó estrebucho. Ó grito. Ó desespero. Quem acode? Cenário de crise, silêncio de atores políticos. Cegueira, Surdez. Crise de ideias e de sabedoria. Crise de inspiração. No guião, a arte da austeridade. Imposto. Visível e sentido. Sofrida. Coerente em abundância. Em cena, meros figurantes políticos. Fazedores de política sem respostas assertivas. Avanços e recuos. A marcação da ignorância. E da onipresença da incompetência. Assistente. Cada vez mais.

publicado por momento do café às 19:06
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