terça-feira, 16 de junho de 2026

🚸 DESAFIOS À ESCOLA/ QUO VADIS DEMOCRACIAS/MINORIAS/ BELÉMGATE/ e outros

22 agos2009

A verticalidade do cavalo-marinho vence na política e onde todos estão incluídos. O alargamento da escolaridade obrigatória até ao nono ano impõe ao professor outras atitudes para orientar o comportamento de alguns alunos que nada querem com a escola e outros modos de comunicação para trazer, para a escola, os alunos que abandonaram. As mudanças só são realmente significativas se tiverem lugar através da perspectiva de inclusão assumida, facto que assenta nas práticas do professor, na sua atitude face ao aluno e ao modo como organiza e faz a gestão das actividades na sala de aula. Com o alargamento da escolaridade obrigatória para doze anos (o diploma foi promulgado pelo Presidente da República), mais os requisitos obrigatórios à escola e ao Estado terão de responder com mais recursos humanos e físicos que permitam à escola e aos professores, a par do ensino competente, disporem de meios pedagógicos e medidas de concretas e efectivas que concorram para a motivação dos alunos e se traduziram numa aprendizagem empenhada e responsável, com vista a uma avaliação com resultados com sucesso de sucesso.

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22 agos2009

QUO VADIS DEMOCRACIA?!

Suspeição, acusação, provocação, invenção, insinuação, maquinação circulam por aí e substantivam uma forma conjuntural de exercer a intriga política para que nela se possa embrulhar a democracia e, de tal modo, que, para finalizar toda esta ação, só reste o ato de atá-la com o laço “dourado” da intolerância e do desrespeito pelo cidadão pacato edor. Com pretensos tiques de democráticos, sente-se a permissividade destas ações, a máscara de impunidade dos seus atores está presente e respira-se o receio que um nó final possa arrochar os fundamentos da verdadeira democracia. Quo vadis democracia?! Ou antes, para onde pretendem que caminhes, porquê e para quê? O sentimento e o estado de alma da sociedade atual são de desconfiança, insegurança e desesperança que se colam à pele do cidadão comum, e uma réstia de força anímica parece não ser suficiente para, em tempo útil, recolocar o punidor no exercício da democracia. A reinstalação da esperança torna-se prioritária para que se restaure a confiança nas instituições e no poder político eleito livremente. Mas tudo depende do papel dos mesmos (instituições e políticos) no desempenho, na interpretação e na reavaliação da democracia que se caracteriza pelo respeito e pela tolerância face à vontade, ao querer e ao crer dos cidadãos conscientes dos direitos e deveres cívicos e políticos.

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19 de agosto de 2009

QUESTÃO DE MINORIAS

Quem disse isto?

..."fez parte de uma minoria, nasci loiras num país majoritariamente de morenos"...

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WATERGATE À PORTUGUESA OU BELÉMGATE?

A suspeita está lançada! Segundo o que se veicula nos meios de comunicação , alegadamente, a Casa Civil da Presidência da República suspeita que está a ser vigiada há ano e meio* . Agora é o vale tudo para se lançarem suspeitas sobre tudo e todos. Isto tudo faz-me recordar Watergate, Nixon, Garganta Funda, republicanos, democratas, Washington Post... No jogos de poder, agora que se caminha para as legislativas, parece evidente que meios e recursos mais ou menos escudos se utilizam para atingir os objectivos eleitorais. Fico passado com tal suspeita e, por só agora, ter sido revelado. Estão semeadas as dúvidas quanto às alegadas suspeitas e sendo assim, também me espanta o momento de oportunidade. Espero que seja apenas uma polémica sem qualquer fundamento nas relações entre Belém e S. Bento para agitar a silly season.

*ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1396733&idCanal=

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12 ago200

LUTA PELO PODER

Tal como acontece na sociedade dos homens, algumas vespas instalaram-se indefinidamente no vespeiro ou, em algumas fases, parasitaram os sucessivos caciques até à conclusão do seu ciclo de maturação política. Lutam para que sua influência “política” seja representativa no vespeiro. Em associação surda com outras vespas, parasitam e vão organizar o seu vespeiro exclusivo no seio do vespeiro mais amplo e comum e deste retiram todos os meios e recursos que lhes dão a possibilidade de coletar e o sustento do apoio que fornecem sempre que sintam periclitante a posição que foram alcançando. Dentro do vespeiro vão construindo a sua própria verdade e opinião e congregam os seus núcleos de acessibilidade até ao momento em que a vontade da vespa-rainha, numa acção de limpeza, se impõe. Essas vespas, ora desinstaladas do seu endoparasitismo político, conhecedoras da volatilidade das vespas seus apoiantes que, face a uma medida circunstancial da vespa-rainha, tomam uma atitude conveniente de alinhamento e comunhão nas suas decisões, vão zumbindo sem que percam qualquer oportunidade de desafinarem num outro zumbido, mais controverso, que se faça ouvir e venha a atingir um som altamente insuportável, com efeitos devastadores sobre quem comanda essa espécie social que é a vespa. Mas, eis que em socorro da vespa-rainha, ouve-se o forte zumbido de apoio que um vespão, no jardim plantado no mar, emite estrondosamente para que se sobreponha ao zunzum descontente e incomodamente polêmico contra e a favor da inclusão de umas vespas e a exclusão de outras numa lista que resulta da ação de limpeza levada a cabo pela vespa-rainha. Até que tudo esteja arrumado, há quem afirma que a polêmica é normal na luta renhidamente pelo poder.🐸

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16 agos 2009

O POLÍTICO DE PEDIGREE

Correio da Manhã 

16 de agosto de 2009 

Legislativas: São quatro os filhos de autarcas a concorrer ao lugar de deputado. Familiares 'enchem' listas do PSD A ser verdade, compreende-se o zumbido que vai pelo vespeiro que sempre caracterizou o PSD e é evidente que as contínuas lutas pelo poder e pela opinião única e atual sempre foram constantes neste partido. Tem-se assistido que há relações tensas no partido desde que foram elaboradas as listas com nomes de alguns candidatos escolhidos. Agora, vem ao conhecimento público que as listas estão cheias de familiares de outros políticos do partido. É um caso de aposta na linhagem. Boa maneira de importar as seleções de estirpe e herança nas cargas políticas. Mas é tudo pelo povo e pela causa pública. Entre-se no “carreirismo” político e é sempre a abrir... que um tacho já está no horizonte quando se tem o “privilégio” de nascimento em berço alaranjado. Assim de impulso, leva-me a pensar que o primeiro sorteio de opção é o pedigree político!!

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