sexta-feira, 24 de julho de 2026

DESEJO PARA DEZEMBRO dezembro para dezembro

03Dez 0217

E que dezembro seja bem-vindo! O mês do frio já se sente, o espírito natalício acontece, lembra-se a família, preparam-se as festas e os doces, pratica-se a solidariedde e, por cantos e esquinas, a publicidade entranha-se num irresistível apelo ao consumismo que invade e mal se controla. Mas o melhor deste dezembro serão, certamente, os momentos de chuva que se espera que aconteçam. Sim, daquela chuva por que tanto se clama, que a seca está tão presente que o melhor "presente" para a minorar seria um dezembro chuvoso, mas sensatamente generoso. É preciso sacudir a seca que assola, e a chuva será, pois, mais que um presente tão desejado. Será uma benção. Espera-se que chegue com conta, peso e medida. O verão e os primeiros tempos do outono foram abundantes em acontecimentos e a quota de dor e sofrimento por que tanta gente passou, já tranbordou. Dispensam-se chuvadas que tranbordem e façam outra tanta gente viver momentos de aflição.

Que dezembro venha, pois, por bem e para contento de todos.  

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E OUTUBRO COMEÇA ASSIM...

 01Out 14

E outubro chega e brinda-nos com um sol radioso e quente que convida ao passeio pela praia. E a Camila aproveita para olhar o mar neste lindo dia de muita luz, céu límpido e mar ciano.

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QUERO UM NOVO 25ABRILnovo 25 Abril

 25Abr 2015

Quero um novo 25 de Abril para sentir a alegria daquele que aconteceu há 41 anos, quando o sonho se realizava e a esperança renascia. Quero um novo 25 de  Abril para acolher, de novo, a democracia desejada, porque a que nos oferecem está estafada de tanta desilusão e de promessas enganosas. Quero viver um novo 25 de Abril para reviver a Liberdade, aquela que nos fez cidadãos responsáveis nas escolhas que fazemos pelo voto livre. Quero um novo 25 de Abril para sentir o aroma dos cravos vermelhos e a cor da paixão de Portugal livre que nos uniu, há 41 anos, contra o  velho e autoritário Estado Novo. Quero um novo 25 de Abril sem quintinhas democráticas semeadas e alimentadas por políticos que, nas urnas, colhem a vitória do voto livre e tão mal respeitam a vontade do povo. Quero um novo 25 de Abril que me faça acreditar  nos políticos, nas políticas de quem nos governa e de quem escolhemos para representantes do povo.  Quero, sim, um 25 de Abril  que nos faça sorrir de novo e sentir que há um folgo para renovar a esperança que nos foge. Quero um novo 25 de Abril que nos "force" a acreditar de que há um futuro para além desta tristeza, tão lusitana e tão nossa.

PS. Em destaque na Homepage do Sapo, Blog dos Blogs do Sapo.

em destaque no sapo blog.jpg

 

  


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quinta-feira, 23 de julho de 2026

EU CONFIO...

 Jun 2016

Eu confio

Hoje, busca-se o último reduto que concretize o sonho mais próximo. Tudo pode acontecer e aspirações estão em alto. Está em jogo o desafio da permanência no Euro 2016 e acredito que a Seleção arriscará tudo. Dos onze que darão luta no campo, das técnicas e da estratégia a adotar frente à Hungria, não me pronuncio. Que entendo de futebol? Hoje, só quero ver na seleção a determinação que anule a ansiedade, a ousadia e o rasgo que contraponham a pressão da exigência do desafio, a força anímica que a faça correr pelo relvado com passos e cruzamentos certos, a garra que negue os intentos do adversário, os remates certeiros que estoirem na baliza magiar.

Eu confio na Seleção.

(Post relativo ao Europeu de Futebol 2016)

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QUALQUER COISA

 09 Fev2018

Qualquer coisa

Sim, perde-se o hábito de escrever ou postar "qualquer coisa", o arranque torna-se difícil e, enquanto o protelar das ações tomam conta de nós e as reações tardam, há tanto a acontecer, histórias a contar, factos a conhecer, obstáculos a remover, surpresas a enfrentar,  umas simpáticas, outras devastadoras, que  nos empurram para a teia do caos quotidiano, que provocam emoção e raiva, lágrimas e riso, crítica e indiferença, desistência e desafio, confronto e decisão, e, por fim, existe um tudo e um nada diários que vão servindo para preencher o tempo que corre voando ao sabor da inércia que nos tolhe e da preguiça que nos embrulha e que nos tornam meros atores fora de cena ou observadores alheios à inexorável sucessão dos dias... 

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

🧑‍💻RELAÇÕES ESCOLA-FAMÍLIA: CONFLITUALIDADE (7)

31MAR2010 

As relações escola-família continuam a suscitar todo o interesse e estudo, não só pelo conhecimento que se adquire, mas também pela valia que o tema traz à área da Educação. Existem muitos estudos publicados que referem resultados muito positivos quando o envolvimento parental está presente na vida escolar dos filhos. Excluem-se os casos em que a conflitualidade é marcante na relação escola-família e, quando esta parceria não decorre como se deseja, a escola e os seus professores não poderão abdicar das suas responsabilidades, direitos e deveres porque o papel que desempenham na sociedade assim o exige em prol da criação de um ambiente escolar sem perturbações que fragilizem a aprendizagem e a disciplina. Para tal, devem procurar, por todos os meios, estabelecer um patamar de entendimento com os pais para esclarecer, negociar e evitar situações de perturbação e tensão que possam induzir o aluno ao desinteresse, ao absentismo e à condução de comportamentos desafiadores e disruptivas em contexto escolar.

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quinta-feira, 16 de julho de 2026

🌵O PENSAMENTO, A PALAVRA E O "NADA".

 18 Fev 15

Buscam-se, em vão, o pensamento e a palavra. E nada! Num ápice, o "nada" conquista a mente e, sem pedir meças, instala-se, nega-lhe o pensamento e trava-lhe a palavra. Um flash rápido e uma momentânea cegueira mental deixa, à mercê do nada, o pensamento sequestrado, inibido de fluir e subjugado à palavra que se torna reprimida. O pensamento torna-se inábil para provocar ou seduzir a palavra silenciada. Um ínfimo instante, e o pensamento e a palavra perdem-se no vazio mental gerado pelo nada e, de imediato, se pressente a dissonância e a negação que podem acontecer. Sem complacência, o nada deixa o pensamento ao sabor da palavra embargada que o pode falsear ou, de todo, torná-lo improcedente pela incapacidade de o traduzir. Um brevíssimo apagão mental, o nada pode tramar as evidências entre o pensamento e a palavra. É exigida a ação imediata e intensa, um rápido fôlego que contrarie ou evite a acomodação do nada, que reponha a dualidade intrínseca, pensamento e palavra, que nos torna conscientes da nossa sanidade mental, das nossas referências, do nosso antes e do nosso presente, e que nos lança, até, no que possamos antecipar do nosso depois...

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🪾E QUE DEZEMBRO SEJA BEM -VINDO...

 03 Dez2011

E que dezembro seja bem-vindo! O mês do frio já se sente, o espírito natalício acontece, lembra-se a família, preparam-se as festas e os doces, pratica-se a solidariedade e, por cantos e esquinas, a publicidade entranha-se num irresistível apelo ao consumismo que invade e mal se controla. Mas o melhor deste dezembro serão, certamente, os momentos de chuva que se espera que aconteçam. Sim, daquela chuva por que tanto se clama, que a seca está tão presente que o melhor "presente" para a minorar seria um dezembro chuvoso, mas sensatamente generoso. É preciso sacudir a seca que assola, e a chuva será, pois, mais que um presente tão desejado. Será uma benção. Espera-se que chegue com conta, peso e medida. O verão e os primeiros tempos do outono foram abundantes em acontecimentos e a quota de dor e sofrimento por que tanta gente passou, já tranbordou. Dispensam-se chuvadas que transbordem e façam outra tanta gente viver momentos de aflição.

Que dezembro venha, pois, por bem e para contento de todos.


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⌛ MEIO ANO E JÁ OUTRO MEIO

01Jul 09,

Hoje começa um novo mês e com ele o segundo semestre do ano civil. Parece que ainda ontem começou 2009 e acabámos de ultrapassar o meio do ano. Os dias correm tão rapidamente que, mal damos conta, já só nos restam tantos dias quantos os que perfazem outro meio ano. Viveram-se dias mais ou menos tranquilos, uns foram mais fáceis de levar, outros mais pachorrentos e ainda outros em que as contrariedades queriam tomar conta das nossas vidas. No rescaldo dos bons e dos momentos menos bons deste meio ano que se completou, agora lançamo-nos para o outro meio ano para que se cumpra e se perfaça o ano inteiro. Acreditamos que os dias ensolarados de férias e o céu azul de Verão dar-nos-ão o ânimo para encarar, mais tarde, a  ventania, as folhas secas e amarelecidas de Outono em que os dias tornar-se-ão, gradualmente, tão cinzentos e remeter-nos-ão para outros dias ainda mais sombrios, frios e desagradavelmente chuvosos de Inverno. O tempo voa e os dias sucedem-se como se quisessem tomar uma velocidade quase “supersónica” que não conseguimos acompanhar. Falta-nos tempo para tudo o que projectamos concretizar. Os dias resumem-se a um tempo velozmente escasso que muitos planos envelhecem adiados e só uma posterior oportunidade permite que sejam realizados porque outros vão surgindo e intrometendo-se de supetão, com imprevisibilidade e urgência que exigem realização prioritária e, quantas vezes, ainda, vão provocar o esquecimento de muitos outros planos porque, indefinidamente, ficam por concretizar. Vivemos continuamente condicionados pela míngua do tempo que dispomos, mas vale a pena aproveitar todos os momentos que os dias do ano, freneticamente, nos oferecem.

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Ó INVERNO TRUCULENTO

22 Jan 13

Ó inverno truculento,

implacável frieza.

Inquieto... violento!

Ó sopro de vento acerbo,

ventania desenfreada,

assobio intenso!

Ó chuva gelada,

batida a vento,

impertinente, ritmada!

Ó força da água imparável,

alagadiça, assustadora.

Ó natureza humilhada,

arrastada,  submissa.

Desnudada, derribada.

Ó impiedade invernosa!


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