E dezembro, passados os momentos da celebração do Natal, em tom cinzento e frio, corre apressadamente para o fim e fazem-se os preparativos de saudação a 2014. Pressente-se que venha embrulhado no tom triste a que nos fomos habituando desde há três anos. Contudo, um novo ano traz sempre uma uma nova esperança. Ergamos as taças e façamos, pois, um caloroso brinde em que evocaremos a esperança que teimamos em conservar para aguentar todo o chorrilho de medidas austeras que serão impostas e estarão presentes, em 2014. É o nosso fado...
mariam
Com votos de Boas Festas, até 2014!
mariam
Dezembro
chega azul e ensolarado. Está frio! Há um prenúncio de inverno. E de
Natal. Já começo a ver o triste Pai Natal, por aí, subindo um prédio
qualquer, na vã possibilidade de entrar, no dia 24, pela chaminé de uma
lareira qualquer. E também não hão de faltar os estandartes com a imagem
do Menino Jesus estampado, pendurados ao sabor dos efeitos climáticos
do inverno. Estes anúncios de que o Natal vai chegar são de um gosto muito duvidoso...
Como
estamos em dezembro, é já na primeira semana que tenho a tradição de
enviar os postais de felicitações de Natal à família e aos amigos que
vivem mais longe. Já os adquiri, falta escrever a mensagem de boas
festas, endereçá-los e ir aos CTT do aeroporto para os enviar. Este
ritual não deixo passar. Assim mo transmitiram os meus pais e, assim,
continuo a tradição. Telefonar, sim, para alguns familiares e amigos.
Mandar mensagens para o telemóvel está fora de questão. Não gosto!
Depois,
uns dias antes de Natal, geralmente quando as férias escolares chegam,
faz-se o presépio com as figuras que já me acompanham desde a infância e
enfeita-se a árvore de Natal. Às vezes, o João e o Tiago colaboram.
Entretanto, o meu presépio com artesanato do Malawí,
há um ano, marca presença na minha sala. O lindo presente de Natal que a
minha filha me trouxe desse país. É publicado por momento do café/mariam. Lembra-me a minha África. O
Natal fica presente todo o ano. Eu gosto. E muito!

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