sábado, 25 de julho de 2026

A PONTE PROIBIDA.

15 Out2013

 A imagem. A ponte. A proibição. O simbolismo.

 

 

 

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sexta-feira, 24 de julho de 2026

⛄️DESEJO PARA DEZEMBRO

03Dez 0217

E que dezembro seja bem-vindo! O mês do frio já se sente, o espírito natalício acontece, lembra-se a família, preparam-se as festas e os doces, pratica-se a solidariedde e, por cantos e esquinas, a publicidade entranha-se num irresistível apelo ao consumismo que invade e mal se controla. Mas o melhor deste dezembro serão, certamente, os momentos de chuva que se espera que aconteçam. Sim, daquela chuva por que tanto se clama, que a seca está tão presente que o melhor "presente" para a minorar seria um dezembro chuvoso, mas sensatamente generoso. É preciso sacudir a seca que assola, e a chuva será, pois, mais que um presente tão desejado. Será uma benção. Espera-se que chegue com conta, peso e medida. O verão e os primeiros tempos do outono foram abundantes em acontecimentos e a quota de dor e sofrimento por que tanta gente passou, já tranbordou. Dispensam-se chuvadas que tranbordem e façam outra tanta gente viver momentos de aflição.

Que dezembro venha, pois, por bem e para contento de todos.  

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E OUTUBRO COMEÇA ASSIM...

 01Out 14

E outubro chega e brinda-nos com um sol radioso e quente que convida ao passeio pela praia. E a Camila aproveita para olhar o mar neste lindo dia de muita luz, céu límpido e mar ciano.

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QUERO UM NOVO 25ABRILnovo 25 Abril

 25Abr 2015

Quero um novo 25 de Abril para sentir a alegria daquele que aconteceu há 41 anos, quando o sonho se realizava e a esperança renascia. Quero um novo 25 de  Abril para acolher, de novo, a democracia desejada, porque a que nos oferecem está estafada de tanta desilusão e de promessas enganosas. Quero viver um novo 25 de Abril para reviver a Liberdade, aquela que nos fez cidadãos responsáveis nas escolhas que fazemos pelo voto livre. Quero um novo 25 de Abril para sentir o aroma dos cravos vermelhos e a cor da paixão de Portugal livre que nos uniu, há 41 anos, contra o  velho e autoritário Estado Novo. Quero um novo 25 de Abril sem quintinhas democráticas semeadas e alimentadas por políticos que, nas urnas, colhem a vitória do voto livre e tão mal respeitam a vontade do povo. Quero um novo 25 de Abril que me faça acreditar  nos políticos, nas políticas de quem nos governa e de quem escolhemos para representantes do povo.  Quero, sim, um 25 de Abril  que nos faça sorrir de novo e sentir que há um folgo para renovar a esperança que nos foge. Quero um novo 25 de Abril que nos "force" a acreditar de que há um futuro para além desta tristeza, tão lusitana e tão nossa.

PS. Em destaque na Homepage do Sapo, Blog dos Blogs do Sapo.

em destaque no sapo blog.jpg

 

  


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quinta-feira, 23 de julho de 2026

👍EU CONFIO...

 Jun 2016

Eu confio👍

Hoje, busca-se o último reduto que concretize o sonho mais próximo. Tudo pode acontecer e aspirações estão em alto. Está em jogo o desafio da permanência no Euro 2016 e acredito que a Seleção arriscará tudo. Dos onze que darão luta no campo, das técnicas e da estratégia a adotar frente à Hungria, não me pronuncio. Que entendo de futebol? Hoje, só quero ver na seleção a determinação que anule a ansiedade, a ousadia e o rasgo que contraponham a pressão da exigência do desafio, a força anímica que a faça correr pelo relvado com passos e cruzamentos certos, a garra que negue os intentos do adversário, os remates certeiros que estoirem na baliza magiar.

Eu confio na Seleção.

(Post relativo ao Europeu de Futebol 2016)

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🧭QUALQUER COISA

 09 Fev2018

Qualquer coisa

Sim, perde-se o hábito de escrever ou postar "qualquer coisa", o arranque torna-se difícil e, enquanto o protelar das ações tomam conta de nós e as reações tardam, há tanto a acontecer, histórias a contar, factos a conhecer, obstáculos a remover, surpresas a enfrentar,  umas simpáticas, outras devastadoras, que  nos empurram para a teia do caos quotidiano, que provocam emoção e raiva, lágrimas e riso, crítica e indiferença, desistência e desafio, confronto e decisão, e, por fim, existe um tudo e um nada diários que vão servindo para preencher o tempo que corre voando ao sabor da inércia que nos tolhe e da preguiça que nos embrulha e que nos tornam meros atores fora de cena ou observadores alheios à inexorável sucessão dos dias... 

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

🧑‍💻RELAÇÕES ESCOLA-FAMÍLIA: CONFLITUALIDADE (7)

31MAR2010 

As relações escola-família continuam a suscitar todo o interesse e estudo, não só pelo conhecimento que se adquire, mas também pela valia que o tema traz à área da Educação. Existem muitos estudos publicados que referem resultados muito positivos quando o envolvimento parental está presente na vida escolar dos filhos. Excluem-se os casos em que a conflitualidade é marcante na relação escola-família e, quando esta parceria não decorre como se deseja, a escola e os seus professores não poderão abdicar das suas responsabilidades, direitos e deveres porque o papel que desempenham na sociedade assim o exige em prol da criação de um ambiente escolar sem perturbações que fragilizem a aprendizagem e a disciplina. Para tal, devem procurar, por todos os meios, estabelecer um patamar de entendimento com os pais para esclarecer, negociar e evitar situações de perturbação e tensão que possam induzir o aluno ao desinteresse, ao absentismo e à condução de comportamentos desafiadores e disruptivas em contexto escolar.

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quinta-feira, 16 de julho de 2026

🌵O PENSAMENTO, A PALAVRA E O "NADA".

 18 Fev 15

Buscam-se, em vão, o pensamento e a palavra. E nada! Num ápice, o "nada" conquista a mente e, sem pedir meças, instala-se, nega-lhe o pensamento e trava-lhe a palavra. Um flash rápido e uma momentânea cegueira mental deixa, à mercê do nada, o pensamento sequestrado, inibido de fluir e subjugado à palavra que se torna reprimida. O pensamento torna-se inábil para provocar ou seduzir a palavra silenciada. Um ínfimo instante, e o pensamento e a palavra perdem-se no vazio mental gerado pelo nada e, de imediato, se pressente a dissonância e a negação que podem acontecer. Sem complacência, o nada deixa o pensamento ao sabor da palavra embargada que o pode falsear ou, de todo, torná-lo improcedente pela incapacidade de o traduzir. Um brevíssimo apagão mental, o nada pode tramar as evidências entre o pensamento e a palavra. É exigida a ação imediata e intensa, um rápido fôlego que contrarie ou evite a acomodação do nada, que reponha a dualidade intrínseca, pensamento e palavra, que nos torna conscientes da nossa sanidade mental, das nossas referências, do nosso antes e do nosso presente, e que nos lança, até, no que possamos antecipar do nosso depois...

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🪾E QUE DEZEMBRO SEJA BEM -VINDO...

 03 Dez2011

E que dezembro seja bem-vindo! O mês do frio já se sente, o espírito natalício acontece, lembra-se a família, preparam-se as festas e os doces, pratica-se a solidariedade e, por cantos e esquinas, a publicidade entranha-se num irresistível apelo ao consumismo que invade e mal se controla. Mas o melhor deste dezembro serão, certamente, os momentos de chuva que se espera que aconteçam. Sim, daquela chuva por que tanto se clama, que a seca está tão presente que o melhor "presente" para a minorar seria um dezembro chuvoso, mas sensatamente generoso. É preciso sacudir a seca que assola, e a chuva será, pois, mais que um presente tão desejado. Será uma benção. Espera-se que chegue com conta, peso e medida. O verão e os primeiros tempos do outono foram abundantes em acontecimentos e a quota de dor e sofrimento por que tanta gente passou, já tranbordou. Dispensam-se chuvadas que transbordem e façam outra tanta gente viver momentos de aflição.

Que dezembro venha, pois, por bem e para contento de todos.


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⌛ MEIO ANO E JÁ OUTRO MEIO

01Jul 09,

Hoje começa um novo mês e com ele o segundo semestre do ano civil. Parece que ainda ontem começou 2009 e acabámos de ultrapassar o meio do ano. Os dias correm tão rapidamente que, mal damos conta, já só nos restam tantos dias quantos os que perfazem outro meio ano. Viveram-se dias mais ou menos tranquilos, uns foram mais fáceis de levar, outros mais pachorrentos e ainda outros em que as contrariedades queriam tomar conta das nossas vidas. No rescaldo dos bons e dos momentos menos bons deste meio ano que se completou, agora lançamo-nos para o outro meio ano para que se cumpra e se perfaça o ano inteiro. Acreditamos que os dias ensolarados de férias e o céu azul de Verão dar-nos-ão o ânimo para encarar, mais tarde, a  ventania, as folhas secas e amarelecidas de Outono em que os dias tornar-se-ão, gradualmente, tão cinzentos e remeter-nos-ão para outros dias ainda mais sombrios, frios e desagradavelmente chuvosos de Inverno. O tempo voa e os dias sucedem-se como se quisessem tomar uma velocidade quase “supersónica” que não conseguimos acompanhar. Falta-nos tempo para tudo o que projectamos concretizar. Os dias resumem-se a um tempo velozmente escasso que muitos planos envelhecem adiados e só uma posterior oportunidade permite que sejam realizados porque outros vão surgindo e intrometendo-se de supetão, com imprevisibilidade e urgência que exigem realização prioritária e, quantas vezes, ainda, vão provocar o esquecimento de muitos outros planos porque, indefinidamente, ficam por concretizar. Vivemos continuamente condicionados pela míngua do tempo que dispomos, mas vale a pena aproveitar todos os momentos que os dias do ano, freneticamente, nos oferecem.

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Ó INVERNO TRUCULENTO

22 Jan 13

Ó inverno truculento,

implacável frieza.

Inquieto... violento!

Ó sopro de vento acerbo,

ventania desenfreada,

assobio intenso!

Ó chuva gelada,

batida a vento,

impertinente, ritmada!

Ó força da água imparável,

alagadiça, assustadora.

Ó natureza humilhada,

arrastada,  submissa.

Desnudada, derribada.

Ó impiedade invernosa!


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quarta-feira, 15 de julho de 2026

🥁S.PEDRO

 29Jun20 11

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Comentários: __Bom S. Pedro minha amiga um beijinho doce. Boa semana!
Fátima Soares a 29 de Junho de 2011
__Também um bom dia de S. Pedro e continuação de boa semana que nos leva para o começo de mais um mês.
 Um beijinho.mariam

SÃO JOÃO NO PORTO

 23 jun11

Não há festejos de S. João como no Porto. É genuíno a folia popular que se respira pelas ruas da cidade. Um mar de gente desloca-se ao Porto para viver esta festa tão "rapioqueira". Pelas ruas, inala-se o cheiro da sardinha assada e não se recusa uma parada para comer a sardinha convidativa. Há tempo para olhar as pequenas bancas de venda com os alhos-porros, os vasos de manjericos e os ramos de cidreira e alfazema que perfumam a noite. Não se resiste à compra, que a noitada de S. João é de negócio para muita gente... Apreciam-se a criatividade e o encanto das cascatas sã-joaninas e procure-se, no céu, uma invasão de balões de ar quentes, coloridos e iluminados, que sobem até se tornarem num longínquo pontinho luminoso que fenece entre as estrelas. Com eles, só concorre a luz e a cor do fogo de artifício que ilumina o rio Douro e vem dar mais beleza à festa. E um mar contínuo de gente percorre as ruas ao som ininterrupto da batida ritmada dos martelinhos que se emaranha na alegre miscelânea musical que se ouve e enche a festa que dura até ao raiar do dia...

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🌞JUNHO CHEGA AO FIM

30 de junho de 2013

Junho chega ao fim. As festas dos santos populares estão cumpridas. Reviveram -se, mais uma vez, tradições e lendas que o português, de jeito mais folgazão ou de sentimento mais contido, nunca se negam a festejá-las de forma diferente para cada santo. Sem distinção, manjericos e cidreira, balões e "foguetório" marcaram a presença daqueles festejos de sabor tão populares e genuínos. Sa rdinha assada e farturas fizeram -se sentir na abundância dos aromas que se misturam e conferem aquele ambiente tão particular que torna as noites dos santos populares tão alegremente diferentes de todas as outras do ano. Para trás, no calendário e na memória, lá ficam o S. António, o S. João e mais o S. Pedro festejados num junho brindado pelo sol que timidamente quis marcar a chegada do verão para, de seguida, ganhar o protagonismo e o brilho que lhe compete assumir a época nesta do ano. Luminoso e escaldante! Por agora, a esperança que continue resplandecente nos dias de verão que faltam cumprir.   

3º recorte sapo.jpg

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RIMAS AO S. ANTÓNIO


Perfumes de bailarino,

alfazema e manjerico!

Da vida, faço um poema

quando dança assim contigo!

 

Vamos d' arquinho e balão,

numa dança sentida…

Lá vamos de mão na mão,

dançando na avenida.

 

Santo António casamenteiro,

arranja-me lá um lindo amor…

Mas que tenha muito dinheiro,

e que seja um ternoconventor!

 

Ao Santo António e turístico 

com raminho d'açucena,

vamos cantar ao divino

qu'esta noite é de verbena.

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QUADRA AO SANTO ANTÓNIO

06 Jun 13

Santo António tem folia

E lá vai pró bailarico.

P'ra viver tanta a alegria

Vai logo dançar contigo.

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segunda-feira, 13 de julho de 2026

SÁBADO

 05 Fev 11

Colhi esta orquídea do meu jardim e o sábado, sob um sol mais quente, ficou mais agradável.

 

 

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sexta-feira, 10 de julho de 2026

🥁SOL OU FAÇA CHUVA, JUNHO É SEMPRE JUNHO

 🥁12 de  junho de 2018

O sol, que nasce como se não tivesse força para romper as nuvens que impõem sua presença neste junho que corre frio e sem oportunidade de oferecer aqueles dias mais luminosos, é o prenúncio de um verão que chegará determinado. Não há ainda aquela leveza que junho traz, aquela alegria que seus dias emprestam e que ajudam a esquecer a chuva e o frio desconfortáveis ​​que o inverno impõe para que a renovação aconteça quando a primavera e o verão, ainda que pouco expressivos, cumpram o calendário. Corre um junho enganador que põe à prova todo o desejo de sol, luz, calor, que contraria a vontade de me sentir mais leve e livre para usufruir daqueles dias de sol quente que ajudam a carregar as energias que o inverno, mais triste, frio e sombrio, suga impiedosamente. Junho, de arraiais e ribombar de foguetes, de festas e festivais, de romarias e procissões, de Santos populares e tradições, de manjerico e alfazema, de cheiro a sardinha assada pelo ar, chegou tão enganador, que a alegria parece estagnada. Paciência! Com essas mudanças climáticas que estão acontecendo, com ou sem chuva, com mais ou menos nuvens, com um sol mais pálido ou mais radiante, junho continua a ser o mês que atrai, ainda que a sua mística se esconda atrás de um céu mais nublado e menos azul e luminoso. Não é máscara chuvosa e fria que veste que me impede de o olhar como a charneira entre o cinza e o azulado, o inverno e o verão e, ainda que o sinta enganado, suspiro pelos dias de sol intenso que possa oferecer. Em cada ano que passa, está sempre latente a renovação daquela esperança que não me larga porque, faça sol ou faça chuva, junho é sempre junho.

barcos à vela1mcafe.png

sexta-feira, 3 de julho de 2026

🦅SÃO GRIFOS DE POLEIRO

 02 de fevereiro de 2013..

Espartilham-me o sonho,

Arrancam-p a certeza,

rasgam-me o futuro,

vestem-me uma tristeza.

Desalento cobre os ombros,

farrapo de esperança,

sou corpo nos escombros

mortalha da governança.

Com forças para além de mim,

denuncio tal espoliação,

ninguém me esbulha assim,

e à resignação, grito: não!

São tantos, tantos, os danos,

veemente, grito: basta!

Não perdoo mais erros.

Rapaces! Comilança!

Ergo-me, sem medo, sem frio.

Minha bengala, a esperança.

Caminho. Tremo. Um calafrio.

Não cambaleio. Aguento.

Meu suporte, a indignação.

São grifos de poleiro...🦅

Nada deixa, nada dá.

Voam raso, tudo rapinam.

Abutres sem lei, nem coração!

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2: Comentários:
Minha amiga. Ontem estive a ler o poema seu e adorei. Não tenho comentado porque como deve saber parti um dedo e custa-me escrever, mas hoje já era dia de tirar a tala e com algum esforço tenho tentado comentar e responder aos amigos. obrigado-lhe de coração a amizade e visitas. Cada palavra que me deixa e devo dizer que fiquei maravilhada com este poema e com a força reivindicativa e interventiva que tem tão em falta na nossa sociedade. Gostei muito. Lutamos e exigimos uma vida melhor. Respeito das instituições. Um grande beijinho, um abraço apertado. Mais uma vez obrigado e uma boa semana!
Fátima Soares em 3 de Fevereiro de 2013 às 19:31
Minha amiga,
Um governo insensível só me merece indignação.
 Um beijinho.
Maria
momento do café em 3 de fevereiro de 2013 às 22:52🦅

🐑QUADRAS NA NOITE DE S. JOÃO

24 de  junho de 2009

Crianças vão rimando
cantando ao S. João.
Lançando alto o balão,
tão alto vai flutuando...

*Tukas                               

É festa de S. João,
há no ar alegria.
Alto subia o balão
e o menino sorria.

*Tukas

 

No céu tão estrelado
vai o balão colorido.
S. João tão admirado

agarra o balão atrevido.      

*Tukas

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RIMAS AO S. ANTÓNIO

 13Jun 13

Perfumes de bailarico,

alfazema e manjerico!

Da vida, faço um poema

quando bailo assim contigo!

 

Vamos d' arquinho e balão,

numa dança sentida…

Lá vamos de mão na mão,

dançando na avenida.

 


Santo António casamenteiro,

arranja-me lá um lindo amor…

Mas que tenha muito dinheiro,

e que seja um terno sonhador!

 

Ao Santo António e menino 

com raminho d' açucena,

vamos cantar ao divino

qu'esta noite é de verbena.

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QUADRAS AOS SANTOS POPULARES

29 de jun09

Santos populares é folia
alfazema e manjericos.
Respire-se tanta alegria,
muito calor e bailarinos!
*Tukas  

São João tem o carneiro, 
São Pedro é pescador
Santo António casamenteiro
É quem faz jus ao amor!
*Tukas



Perfume de bailarino

alfazema e manjerico!

Da vida, faço um poema

quando dançando assim contigo!


Vamos d' arquinho e balão,

numa dança sentida…

Lá vamos de mão na mão,

dançando na avenida.


Santo António casamenteiro,

arranja-me lá um lindo amor…

Mas que tenha muito dinheiro,

e que seja um ter

no sonhador!

 

Ao Santo António e ao menino  

com o raminho d'açucena,

vamos cantar ao divino

qu'esta noite é de verbena.

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