sábado, 25 de julho de 2026
sexta-feira, 24 de julho de 2026
⛄️DESEJO PARA DEZEMBRO
E que dezembro seja bem-vindo! O mês do frio já se sente, o espírito natalício acontece, lembra-se a família, preparam-se as festas e os doces, pratica-se a solidariedde e, por cantos e esquinas, a publicidade entranha-se num irresistível apelo ao consumismo que invade e mal se controla. Mas o melhor deste dezembro serão, certamente, os momentos de chuva que se espera que aconteçam. Sim, daquela chuva por que tanto se clama, que a seca está tão presente que o melhor "presente" para a minorar seria um dezembro chuvoso, mas sensatamente generoso. É preciso sacudir a seca que assola, e a chuva será, pois, mais que um presente tão desejado. Será uma benção. Espera-se que chegue com conta, peso e medida. O verão e os primeiros tempos do outono foram abundantes em acontecimentos e a quota de dor e sofrimento por que tanta gente passou, já tranbordou. Dispensam-se chuvadas que tranbordem e façam outra tanta gente viver momentos de aflição.
Que dezembro venha, pois, por bem e para contento de todos.
E OUTUBRO COMEÇA ASSIM...
01Out 14
E outubro chega e brinda-nos com um sol radioso e quente que convida ao passeio pela praia. E a Camila aproveita para olhar o mar neste lindo dia de muita luz, céu límpido e mar ciano.



publicado por momento do café/mariam
QUERO UM NOVO 25ABRILnovo 25 Abril
25Abr 2015
Quero um novo 25 de Abril para sentir a alegria daquele que aconteceu há 41 anos, quando o sonho se realizava e a esperança renascia. Quero um novo 25 de Abril para acolher, de novo, a democracia desejada, porque a que nos oferecem está estafada de tanta desilusão e de promessas enganosas. Quero viver um novo 25 de Abril para reviver a Liberdade, aquela que nos fez cidadãos responsáveis nas escolhas que fazemos pelo voto livre. Quero um novo 25 de Abril para sentir o aroma dos cravos vermelhos e a cor da paixão de Portugal livre que nos uniu, há 41 anos, contra o velho e autoritário Estado Novo. Quero um novo 25 de Abril sem quintinhas democráticas semeadas e alimentadas por políticos que, nas urnas, colhem a vitória do voto livre e tão mal respeitam a vontade do povo. Quero um novo 25 de Abril que me faça acreditar nos políticos, nas políticas de quem nos governa e de quem escolhemos para representantes do povo. Quero, sim, um 25 de Abril que nos faça sorrir de novo e sentir que há um folgo para renovar a esperança que nos foge. Quero um novo 25 de Abril que nos "force" a acreditar de que há um futuro para além desta tristeza, tão lusitana e tão nossa.
PS. Em destaque na Homepage do Sapo, Blog dos Blogs do Sapo.
publicado por momento do café/mariam 🐸
quinta-feira, 23 de julho de 2026
👍EU CONFIO...
Jun 2016
Hoje, busca-se o último reduto que concretize o sonho mais próximo. Tudo pode acontecer e aspirações estão em alto. Está em jogo o desafio da permanência no Euro 2016 e acredito que a Seleção arriscará tudo. Dos onze que darão luta no campo, das técnicas e da estratégia a adotar frente à Hungria, não me pronuncio. Que entendo de futebol? Hoje, só quero ver na seleção a determinação que anule a ansiedade, a ousadia e o rasgo que contraponham a pressão da exigência do desafio, a força anímica que a faça correr pelo relvado com passos e cruzamentos certos, a garra que negue os intentos do adversário, os remates certeiros que estoirem na baliza magiar.
Eu confio na Seleção.
(Post relativo ao Europeu de Futebol 2016)
publicado por momento do café/mariam
🧭QUALQUER COISA
09 Fev2018
Sim, perde-se o hábito de escrever ou postar "qualquer coisa", o arranque torna-se difícil e, enquanto o protelar das ações tomam conta de nós e as reações tardam, há tanto a acontecer, histórias a contar, factos a conhecer, obstáculos a remover, surpresas a enfrentar, umas simpáticas, outras devastadoras, que nos empurram para a teia do caos quotidiano, que provocam emoção e raiva, lágrimas e riso, crítica e indiferença, desistência e desafio, confronto e decisão, e, por fim, existe um tudo e um nada diários que vão servindo para preencher o tempo que corre voando ao sabor da inércia que nos tolhe e da preguiça que nos embrulha e que nos tornam meros atores fora de cena ou observadores alheios à inexorável sucessão dos dias...
segunda-feira, 20 de julho de 2026
🧑💻RELAÇÕES ESCOLA-FAMÍLIA: CONFLITUALIDADE (7)
quinta-feira, 16 de julho de 2026
🌵O PENSAMENTO, A PALAVRA E O "NADA".
18 Fev 15
Buscam-se, em vão, o pensamento e a palavra. E nada! Num ápice, o "nada" conquista a mente e, sem pedir meças, instala-se, nega-lhe o pensamento e trava-lhe a palavra. Um flash rápido e uma momentânea cegueira mental deixa, à mercê do nada, o pensamento sequestrado, inibido de fluir e subjugado à palavra que se torna reprimida. O pensamento torna-se inábil para provocar ou seduzir a palavra silenciada. Um ínfimo instante, e o pensamento e a palavra perdem-se no vazio mental gerado pelo nada e, de imediato, se pressente a dissonância e a negação que podem acontecer. Sem complacência, o nada deixa o pensamento ao sabor da palavra embargada que o pode falsear ou, de todo, torná-lo improcedente pela incapacidade de o traduzir. Um brevíssimo apagão mental, o nada pode tramar as evidências entre o pensamento e a palavra. É exigida a ação imediata e intensa, um rápido fôlego que contrarie ou evite a acomodação do nada, que reponha a dualidade intrínseca, pensamento e palavra, que nos torna conscientes da nossa sanidade mental, das nossas referências, do nosso antes e do nosso presente, e que nos lança, até, no que possamos antecipar do nosso depois...
E QUE DEZEMBRO SEJA BEM -VINDO...
03 Dez2011
E que dezembro seja bem-vindo! O mês do frio já se sente, o espírito natalício acontece, lembra-se a família, preparam-se as festas e os doces, pratica-se a solidariedade e, por cantos e esquinas, a publicidade entranha-se num irresistível apelo ao consumismo que invade e mal se controla. Mas o melhor deste dezembro serão, certamente, os momentos de chuva que se espera que aconteçam. Sim, daquela chuva por que tanto se clama, que a seca está tão presente que o melhor "presente" para a minorar seria um dezembro chuvoso, mas sensatamente generoso. É preciso sacudir a seca que assola, e a chuva será, pois, mais que um presente tão desejado. Será uma benção. Espera-se que chegue com conta, peso e medida. O verão e os primeiros tempos do outono foram abundantes em acontecimentos e a quota de dor e sofrimento por que tanta gente passou, já tranbordou. Dispensam-se chuvadas que transbordem e façam outra tanta gente viver momentos de aflição.
Que dezembro venha, pois, por bem e para contento de todos.
⌛ MEIO ANO E JÁ OUTRO MEIO
01Jul 09,
Hoje começa um novo mês e com ele o segundo semestre do ano civil. Parece que ainda ontem começou 2009 e acabámos de ultrapassar o meio do ano. Os dias correm tão rapidamente que, mal damos conta, já só nos restam tantos dias quantos os que perfazem outro meio ano. Viveram-se dias mais ou menos tranquilos, uns foram mais fáceis de levar, outros mais pachorrentos e ainda outros em que as contrariedades queriam tomar conta das nossas vidas. No rescaldo dos bons e dos momentos menos bons deste meio ano que se completou, agora lançamo-nos para o outro meio ano para que se cumpra e se perfaça o ano inteiro. Acreditamos que os dias ensolarados de férias e o céu azul de Verão dar-nos-ão o ânimo para encarar, mais tarde, a ventania, as folhas secas e amarelecidas de Outono em que os dias tornar-se-ão, gradualmente, tão cinzentos e remeter-nos-ão para outros dias ainda mais sombrios, frios e desagradavelmente chuvosos de Inverno. O tempo voa e os dias sucedem-se como se quisessem tomar uma velocidade quase “supersónica” que não conseguimos acompanhar. Falta-nos tempo para tudo o que projectamos concretizar. Os dias resumem-se a um tempo velozmente escasso que muitos planos envelhecem adiados e só uma posterior oportunidade permite que sejam realizados porque outros vão surgindo e intrometendo-se de supetão, com imprevisibilidade e urgência que exigem realização prioritária e, quantas vezes, ainda, vão provocar o esquecimento de muitos outros planos porque, indefinidamente, ficam por concretizar. Vivemos continuamente condicionados pela míngua do tempo que dispomos, mas vale a pena aproveitar todos os momentos que os dias do ano, freneticamente, nos oferecem.
Ó INVERNO TRUCULENTO
22 Jan 13
Ó inverno truculento,
implacável frieza.
Inquieto... violento!
Ó sopro de vento acerbo,
ventania desenfreada,
assobio intenso!
Ó chuva gelada,
batida a vento,
impertinente, ritmada!
Ó força da água imparável,
alagadiça, assustadora.
Ó natureza humilhada,
arrastada, submissa.
Desnudada, derribada.
Ó impiedade invernosa!
quarta-feira, 15 de julho de 2026
SÃO JOÃO NO PORTO
23 jun11
Não há festejos de S. João como no Porto. É genuíno a folia popular que se respira pelas ruas da cidade. Um mar de gente desloca-se ao Porto para viver esta festa tão "rapioqueira". Pelas ruas, inala-se o cheiro da sardinha assada e não se recusa uma parada para comer a sardinha convidativa. Há tempo para olhar as pequenas bancas de venda com os alhos-porros, os vasos de manjericos e os ramos de cidreira e alfazema que perfumam a noite. Não se resiste à compra, que a noitada de S. João é de negócio para muita gente... Apreciam-se a criatividade e o encanto das cascatas sã-joaninas e procure-se, no céu, uma invasão de balões de ar quentes, coloridos e iluminados, que sobem até se tornarem num longínquo pontinho luminoso que fenece entre as estrelas. Com eles, só concorre a luz e a cor do fogo de artifício que ilumina o rio Douro e vem dar mais beleza à festa. E um mar contínuo de gente percorre as ruas ao som ininterrupto da batida ritmada dos martelinhos que se emaranha na alegre miscelânea musical que se ouve e enche a festa que dura até ao raiar do dia...
🌞JUNHO CHEGA AO FIM
30 de junho de 2013
Junho chega ao fim. As festas dos santos populares estão cumpridas. Reviveram -se, mais uma vez, tradições e lendas que o português, de jeito mais folgazão ou de sentimento mais contido, nunca se negam a festejá-las de forma diferente para cada santo. Sem distinção, manjericos e cidreira, balões e "foguetório" marcaram a presença daqueles festejos de sabor tão populares e genuínos. Sa rdinha assada e farturas fizeram -se sentir na abundância dos aromas que se misturam e conferem aquele ambiente tão particular que torna as noites dos santos populares tão alegremente diferentes de todas as outras do ano. Para trás, no calendário e na memória, lá ficam o S. António, o S. João e mais o S. Pedro festejados num junho brindado pelo sol que timidamente quis marcar a chegada do verão para, de seguida, ganhar o protagonismo e o brilho que lhe compete assumir a época nesta do ano. Luminoso e escaldante! Por agora, a esperança que continue resplandecente nos dias de verão que faltam cumprir.
RIMAS AO S. ANTÓNIO
Perfumes de bailarino,
alfazema e manjerico!
Da vida, faço um poema
quando dança assim contigo!
Vamos d' arquinho e balão,
numa dança sentida…
Lá vamos de mão na mão,
dançando na avenida.
Santo António casamenteiro,
arranja-me lá um lindo amor…
Mas que tenha muito dinheiro,
e que seja um ternoconventor!
Ao Santo António e turístico
com raminho d'açucena,
vamos cantar ao divino
qu'esta noite é de verbena.
segunda-feira, 13 de julho de 2026
sexta-feira, 10 de julho de 2026
🥁SOL OU FAÇA CHUVA, JUNHO É SEMPRE JUNHO
🥁12 de junho de 2018
O sol, que nasce como se não tivesse força para romper as nuvens que impõem sua presença neste junho que corre frio e sem oportunidade de oferecer aqueles dias mais luminosos, é o prenúncio de um verão que chegará determinado. Não há ainda aquela leveza que junho traz, aquela alegria que seus dias emprestam e que ajudam a esquecer a chuva e o frio desconfortáveis que o inverno impõe para que a renovação aconteça quando a primavera e o verão, ainda que pouco expressivos, cumpram o calendário. Corre um junho enganador que põe à prova todo o desejo de sol, luz, calor, que contraria a vontade de me sentir mais leve e livre para usufruir daqueles dias de sol quente que ajudam a carregar as energias que o inverno, mais triste, frio e sombrio, suga impiedosamente. Junho, de arraiais e ribombar de foguetes, de festas e festivais, de romarias e procissões, de Santos populares e tradições, de manjerico e alfazema, de cheiro a sardinha assada pelo ar, chegou tão enganador, que a alegria parece estagnada. Paciência! Com essas mudanças climáticas que estão acontecendo, com ou sem chuva, com mais ou menos nuvens, com um sol mais pálido ou mais radiante, junho continua a ser o mês que atrai, ainda que a sua mística se esconda atrás de um céu mais nublado e menos azul e luminoso. Não é máscara chuvosa e fria que veste que me impede de o olhar como a charneira entre o cinza e o azulado, o inverno e o verão e, ainda que o sinta enganado, suspiro pelos dias de sol intenso que possa oferecer. Em cada ano que passa, está sempre latente a renovação daquela esperança que não me larga porque, faça sol ou faça chuva, junho é sempre junho.

sexta-feira, 3 de julho de 2026
🦅SÃO GRIFOS DE POLEIRO
02 de fevereiro de 2013..
Espartilham-me o sonho,
Arrancam-p a certeza,
rasgam-me o futuro,
vestem-me uma tristeza.
Desalento cobre os ombros,
farrapo de esperança,
sou corpo nos escombros
mortalha da governança.
Com forças para além de mim,
denuncio tal espoliação,
ninguém me esbulha assim,
e à resignação, grito: não!
São tantos, tantos, os danos,
veemente, grito: basta!
Não perdoo mais erros.
Rapaces! Comilança!
Ergo-me, sem medo, sem frio.
Minha bengala, a esperança.
Caminho. Tremo. Um calafrio.
Não cambaleio. Aguento.
Meu suporte, a indignação.
São grifos de poleiro...🦅
Nada deixa, nada dá.
Voam raso, tudo rapinam.
Abutres sem lei, nem coração!
Um governo insensível só me merece indignação.
Um beijinho.
Maria
🐑QUADRAS NA NOITE DE S. JOÃO
24 de junho de 2009
Crianças vão rimando
cantando ao S. João.
Lançando alto o balão,
tão alto vai flutuando...
*Tukas
É festa de S. João,
há no ar alegria.
Alto subia o balão
e o menino sorria.
*Tukas
No céu tão estrelado
vai o balão colorido.
S. João tão admirado
agarra o balão atrevido.
*Tukas
RIMAS AO S. ANTÓNIO
13Jun 13
Perfumes de bailarico,
alfazema e manjerico!
Da vida, faço um poema
quando bailo assim contigo!
Vamos d' arquinho e balão,
numa dança sentida…
Lá vamos de mão na mão,
dançando na avenida.
Santo António casamenteiro,
arranja-me lá um lindo amor…
Mas que tenha muito dinheiro,
e que seja um terno sonhador!
Ao Santo António e menino
com raminho d' açucena,
vamos cantar ao divino
qu'esta noite é de verbena.
publicado por momento do café/mariam
QUADRAS AOS SANTOS POPULARES
29 de jun09
Perfume de bailarino
alfazema e manjerico!
Da vida, faço um poema
quando dançando assim contigo!
Vamos d' arquinho e balão,
numa dança sentida…
Lá vamos de mão na mão,
dançando na avenida.
Santo António casamenteiro,
arranja-me lá um lindo amor…
Mas que tenha muito dinheiro,
e que seja um ter
no sonhador!
Ao Santo António e ao menino
com o raminho d'açucena,
vamos cantar ao divino
qu'esta noite é de verbena.








