Mostrar mensagens com a etiqueta vida. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vida. Mostrar todas as mensagens

domingo, 3 de dezembro de 2017

Uma réstia de esperança de que a chuva volte

A noite cai, o domingo de outono está a terminar e faz frio. A semana, certamente, começa acompanhada do sol luminoso que se foi encostando a este outono que corre seco e frio. Este céu azul e límpido, que cobre os dias, faz sentir que a chuva está ausente depois de um verão demasiado quente. Uns dias de chuva seriam uma benção neste dezembro que acaba de chegar. Fica uma réstia de esperança de que a chuva volte porque a seca extrema assola o país. Venha, pois, a chuva, para que afaste a seca que acontece, que caia com complacência para que não cause inundações que carregam situações de aflição e perda.

mariam

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Pôr-do-sol

Pôr-do-sol no primeiro domingo de outubro, quando o outono acontece em dia quente. 


sábado, 17 de setembro de 2016

Setembro

Agosto lá se foi e deixou as tristes marcas de um verão quente e incendiário. Setembro chegou e, com o verão quase a partir, sobram as tarefas, em modo rotina diária, que açambarcam a azáfama que a vida retoma e prendem a preguiça que fica bem guardada para as próximas férias ou para uns dias de lazer que escapem ao espartilho das obrigações e do trabalho.
                                                           mariam

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Esta chuva...

Este inverno chuvoso que nos alaga a alma, dias de chuva sem fim que já transborda, arrasta e destrói qualquer boa disposição que haja para encarar este tempo impiedoso e cinzento. Dias de sol precisam-se!

domingo, 27 de dezembro de 2015

A última lua de dezembro

A última lua cheia sobre o mar, ao amanhecer deste domingo de dezembro que está quase a chegar ao fim e um novo ano está a chegar.
 

domingo, 20 de setembro de 2015

Enquanto é verão...

Enquanto o verão não foge, vejo os barcos à vela que navegam no mar azul, em dia de sol...

domingo, 7 de junho de 2015

Junho

 O sol e o mar, a praia e o lazer... 

e a vida nas dunas, enquanto o verão aquece.

domingo, 22 de março de 2015

Outra primavera que começa

A primavera chega e sente-se a renovação que a natureza "sofre" para que se cubra de tonalidades alegres toda extensão florida que desponta por entre o verde viçoso que vai tomando conta dos montes, dos campos, dos jardins tão cansados do inverno frio e triste e que parte sem deixar saudades. Desejava-se, ansiosamente, a chegada da primavera com os seus dias radiosos e o despertar da natureza que provocam um novo vigor ao corpo e dão bem-estar à alma. Respira-se a serenidade e tudo parece encaixar-se num novo ciclo de vida. O tom acinzeirado e invernoso vai perdendo para o colorido vivaz e primaveril, e o som do vento e da chuva dá lugar ao chilreio e aos zuídos que cruzam o céu, agora, mais sereno e azulado. E, como acontece em cada primavera que começa, há vida, há a esperança que se renova...
mariam

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

domingo, 28 de setembro de 2014

domingo, 6 de julho de 2014

Domingo de julho

Domingo de sol em tempo de verão tão arredado deste julho que se consome em dias de céu mais nublado que azul límpido. Já choveu, o céu limpou e o sol impos-se e salvou o primeiro domingo de julho.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Há dias...

Há dias em que acordamos de mal com o mundo e a vida. E esta nem nos corre mal. Só que a má disposição faz-se presente e sentimo-nos out. Embarcamos na onda da lamentação, queixamo-nos do sol que brilha mas não aquece, ou da chuva que, batida pelo vento bravio e frio, nos encharca até aos ossos. Queixamo-nos do autocarro que chega atrasado e, penosamente, enfrentamos a viagem como sardinha enlatada. Queixamo-nos do colega de trabalho que fala, fala. Como está maçador! Ou da colega que só fala dos trapos que a moda dita. Como parece fútil! E nem o chefe escapa. Competente mas pouco carismático. Ou incompetente na proporção direta da prepotência que exerce. Quando acontece assim, em dia que acordamos de mal com a vida, agarramos o lado "chato" da dita e um rol de lamentações comezinhas sucedem-se. Um estado de queixume que não nos deixa disponível para apreciarmos a vida e, nesses dias, ela  passa-nos ao lado... Não é a vida que nos finta, é o nosso mau humor que a evita.
mariam (in http://momentodocafe.blogs.sapo.pt/)

domingo, 9 de março de 2014

Março

Março parece que, finalmente, quer mostrar que a primavera está a chegar. Ainda bem. Sabem tão bem estes dias de sol. Que venha o sol e para durar. Dá outro ânimo. Estávamos a precisar que a chuva nos oferecesse uns dias de tréguas. Abençoado sol!
mariam

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Fevereiro corre aborrecidamente invernal

Fevereiro corre aborrecidamente ventoso e, para fazer jus à sua condição invernal, tem "oferecido" chuva intensa e impertinente e ventos fortes. Hoje é a tempestade Stefanie que já se faz sentir e vai ganhar maior intensidade durante a noite, com ventos a soprar fortemente e, na costa marítima, a ondas serão alterosas. Condições climatéricas agravadas neste inverno que atravessamos.
                                                                            mariam

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

E 2014 chegou!

E 2014 chegou com chuva fria, impertinente, e que o vento foi sacudindo. Festejos de luz, cor, mix de sons e a euforia que a chuva e o vento não conseguiram calar. Os dois primeiros dias quase cumpridos sem que a chuva se disponha a fazer uma pausa e dê espaço ao sol que já faz falta.
mariam

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

E dezembro

E dezembro, passados os momentos da celebração do Natal, em tom cinzento e frio, corre apressadamente para o fim e fazem-se os preparativos de saudação a 2014. Pressente-se que venha embrulhado no tom triste a que nos fomos habituando desde há três anos. Contudo, um novo ano traz sempre uma uma nova esperança. Ergamos as taças e façamos, pois, um caloroso brinde em que evocaremos a esperança que teimamos em conservar para aguentar todo o chorrilho de medidas austeras que serão impostas e estarão presentes, em 2014.  É o nosso fado... 
mariam

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Boas Festas!

Com votos de Boas Festas, até 2014!
             mariam

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Dos Santos ao Natal ou bom chover ou bem nevar

O Outono chega e carrega consigo a riqueza dos seus matizes. Enquanto espalha e vai firmando, por toda a natureza, o castanho seco e o amarelo envelhecido da sua inigualável paleta de cores, os seus companheiros de sempre, o vento e a chuva, vão tomando conta dos dias e, definitivamente, marcam o fim daquele encantamento outonal e ameno com que os nossos sentidos se sentiam privilegiados. Então, um tom pardacento, pesado, instala-se, envolve Novembro que, no cumprimento do calendário, chega submisso à inexorável vontade estacional que o Outono lhe impõe e, num lento definhamento que lhe invade os dias, presenteia-nos com o vento e a chuva, incessantes, que fazem o prenúncio do Inverno. E, num cenário encinzeirado e húmido, Novembro, na consumição final dos seus dias, prepara-se para dar lugar a Dezembro, faz tréguas com a chuva e deixa que o frio impiedoso entre para se acomodar à época natalícia que se aproxima. E, mais uma vez, se confirma o adágio popular: "Dos Santos ao Natal ou bom chover ou bem nevar".
mariam in http://momentodocafe.blogs.sapo.pt/

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O derrotado

O candidato dera tudo por tudo. Prometera mundos e fundos. Realçara a obra feita. Desesperadamente, acreditara que estava bem posicionado para vencer. Sonhara que a vitória, mais uma vez, estava no “papo”. A eleição chegava ao fim e a derrota atingia-o. Encerradas as urnas, divulgadas as diversas projeções dos resultados eleitorais, a deceção instalava-se na sua sede de candidatura. E o escrutínio final vinha confirmar a derrota sofrida. A confrangedora e inesperada situação era como um balde de água fria. Assumida a derrota, o silêncio descia sobre os seus apoiantes que deixavam a sede de candidatura deserta. A hipotética euforia da vitória dava lugar à realidade amarga da derrota.
mariam 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

A agradável leveza de Agosto

(...) O desprendimento com que chega, os horários que rasga, as rotinas que quebra, as obrigações que chuta, o sabor a férias que traz, ainda que a não as gozemos, que vida está difícil, dão-lhe um gosto tão especial. Traz uma espécie de “pasmaceira” que nos atrai, que nos envolve nas 24 horas de cada dia, que nos empurra para o compromisso com o ócio e logo nos faz colar ao direito à preguiça. Por isso, agosto também é cansativo, exige golpes de ação para que possamos sacudir a preguiça que tem o condão de tornar os dias em inutilidade absoluta e cansaço dispensável. Ganhemos, somente, o ritmo leve, a cor suave e o sabor fresco dos seus dias aprazíveis. Sintamos que as obrigações, as inevitáveis e inadiáveis, possam tomar o colorido mais luminoso deste agosto em consumo e com breve prazo de validade. Deleitemo-nos com ele. Deixemo-nos envolver, pois, na agradável leveza de agosto
 mariam in http://momentodocafe.blogs.sapo.pt/ (excerto)