Lembro a velha máquina de café onde, na hora, o mano mais velho moía os grãos de café torrado para que o aroma e o sabor não se perdessem durante a confeção da bebida. À sombra da frondosa "mandioqueira", espreito a velha mesa do quintal, onde a gente adulta, em ameno convívio, saboreava o café, acabado de ser feito. África tão longe e tão perto, sempre inesquecível. Publicado por momento do café.blogs.sapo/mariam
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