23 se12 de julho
O sol finalmente chegou conta de julho. A água da piscina, ao sol que escaldava, convidava um banho refrescante e, entre mergulhos e brincadeiras, a criançada não se fez rogada. Agradável tarde de domingo passado na casa dos outros avós, onde se festejou o 7º aniversário do Tiago.
O Tiago completou 7 anos na sexta-feira, dia 20. No habitual jantar de família, sábado, não faltou o bolo de chocolate de que tanto gosta e com 7 velas para lhe cantarmos "Parabéns". A festa continua neste domingo. São 3 dias de festa.
Julho finalmente oferece sol e céu azul. Sente que é verão. É tempo de revigorar a alma ao calor do sol que queima.
No calendário dos dias, julho irrompeu insosso, a outra metade do ano teve início e segue condicionada à língua dos euros... Já sobrevivemos a meio ano de dias austeros e a metade complementar chega forçosamente colada à "imoralidade" da situação que vivemos. Não vamos causar e carregá-la, sim! Contamos com outros tantos dias de sacrifícios, muitos de contrariedades que, acomodadas ao nosso quotidiano, nos comandam, e de tal modo, que nos encostam à fronteira entre a resignação e indignação, sempre em desequilíbrio e reequilíbrio que se alternam, porque a esperança, a grande ausente, falha ou é tão diminuta que pouco se vislumbra à luz do sol, em recessão, neste julho atípico que cumpre os seus dias.
Gente que habilmente cimenta o “carreirismo político” e alcança um know-how indiscutível , o engenho e a arte de ganhar prerrogativas, exerce influências e move interesses que lhe traçam e enriquecem um currículo bem habilitado, invejável, plenamente adequado para a atribuição ao poder.


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