28 Mar 11.
Às vezes, apetece-me denunciar desabridamente esta incompetência que gere a "coisa" e a causa públicas e que nos corrompe o ato de fé nas gentes e no futuro.
Às vezes, apetece-me desacreditar estes políticos que usam uma linguagem polémica, pouco respeitosa e constroem slogans de promessas enganadoras em campanhas políticas bem orquestradas.
Às vezes, quero abafar esta maledicência tão lusa que invade a sociedade, que anuncia o mais pungente drama ou o mais malicioso dichote e brejeira anedota, alheando-se da dúvida que provoca sobre os visados.
Às vezes, apetece-me calar este povo de fanatismo bacoco que reage às derrotas e vitórias das suas paixões clubísticas e partidárias com tanta emoção e ruído. Deem-lhe, também, casos de vida e morte que os media sustentam para garantir audiências e está pronto para opinar, comentar, julgar...
Às vezes, apetece-me silenciar este choradinho luso que vai da mais sentida lágrima à mais estridente euforia.
Às vezes, já não há paciência...
Achei proveitoso seguir tão sábio conselho que me enviaram por email.
imagem autor deconhecido, via internet
25 Mar 11
Oho a natureza. Uma mão cheia de modelos toca os sentidos e provoca emoções irrepetíveis. Um manancial de cores e matizes, formas e texturas, sons e cheiros, tão diferenciados, estimula a imaginação e, livremente, predispõe à criatividade. A diversidade que coexiste (reinos animal e vegetal, céu e nuvens, estrelas e lua, sol e chuva, vento e neve, mar e rios, rochedos e montanhas, sons e aromas) compõe uma pluralidade de cenários tão inspiradores, desperta os sentidos e permite estados emocionais que ficam ligados a momentos de atividade criativa que marcam as mais belas manifestações artísticas que enriquecem a literatura, as artes plásticas, a música, o teatro, o cinema, a fotografia ...

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