03 Abr 13
Esquivo por entre águas mil,
Abril não vive, estremece!
Sem brilho, faz-se inútil.
Sem luz, sombrio, fenece.
Sumido o ar primaveril,
sentimo-lo perdido...
Nega matizes garridos
e, triste, segue chorando...
Cala chilreios e zuídos,
mil silêncios esvoaçando...
publicado por momento do café
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