segunda-feira, 15 de junho de 2026

Abril

03 Abr 13

Esquivo por entre águas mil,

Abril não vive, estremece!

Sem brilho, faz-se inútil.

Sem luz, sombrio, fenece.

Sumido o ar primaveril,

sentimo-lo perdido...

Nega matizes garridos

e, triste, segue chorando...

Cala chilreios e zuídos,

mil silêncios esvoaçando...

publicado por momento do café

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