sexta-feira, 12 de junho de 2026

 

29
Jul 13

Um fim de semana que, previsivelmente, seria atarefado. Assim aconteceu. Tralhas organizadas, preparadas, que o M. foi carregando para a sua nova casa. Aproveita as férias para dar o grito de independência total, melhor dizendo, compartilhada. A vida é assim. Os ciclos geracionais sucedem-se e as ações equiparam-se. Nova etapa. C’est la vie!

publicado por momento do café às 09:39
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28
Jul 13

Abri as portadas, olhei. A força da água da chuva era tanta que fugia estrada abaixo. Como chovia por aqui, cerca das oito da manhã! Tal como veio, repentina e forte, logo serenou. Ainda ontem, assim aconteceu. O dia teve tantas “caras” que já nem sei se poderei dizer que estamos no verão. Choveu, depois um sol tímido lá rompeu por entre um céu cinzento e conseguiu reivindicar o espaço azul onde gosta de brilhar e sentir-se como astro rei. Anda pouco convencido da sua realeza universal. Ameaças de se tornar escaldante não faz, nem vem fazendo. Fez isso num espaço de dias, logo se cansou, já lá vão duas ou três semanas atrás. Tem irradiado ameno e tranquilo. Não mais do que isso. E não tem prescindido da companhia permanente das nuvens tipo algodão branco que, ao fim do dia, acinzam e lá deixam cair mais umas escassas mas grossas gotas de chuva. Cada dia deste julho é um déjà vu… Apre! Este verão está particularmente “foleiro”. Até o triste verão vem congeminando contra mim.

publicado por momento do café às 11:15
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25
Jul 13

Julho e mais de meio ano que já lá vão. Os dias cumprem-se tão rapidamente que mal vivemos um verão pleno, logo sentimos que em breve ele estará de partida. Entretanto, ficamos com o verão dos dias quentes, dos santos populares e romarias, do sol e da praia, das férias, da crise política, da austeridade, do novo elenco governativo, das incertezas, e que vai marcando o calendário e o nosso ritmo de vida. É o verão dos dias amenos e dos outros mais pachorrentos sob um sol escaldante que, se fosse possível, esqueceríamos tudo e entregar-nos-íamos ao lazer e à preguiça, sem remorsos, porque os momentos destinados à merecida pausa e ao descanso descontraído de verão adiam-se ou vão ficando por concretizar. É o verão dos momentos cansativos, das contrariedades e das exigências diárias que não vão de férias, que nos roubam o verão como se quisessem tomar conta dos dias quentes e luminosos que precisamos de sentir como nossos. É tempo de acreditar nos dias ensolarados que se fazem presentes, olhar céu azul, sentir o ânimo que só o verão tem o condão de nos dar, ainda que, por vezes, nos dececione, esconda os raios luminosos do sol nas manhãs enevoadas e frescas como acontece hoje. Os dias voam, sucedem-se e há sempre tanto para fazer, tanto para cumprir. Vivemos continuamente condicionados à míngua do tempo que sentimos a urgência de usufruirmos o frenesim dos instantes que o verão generosamente nos oferece em escassos três meses que ocupa no calendário. O tempo corre velozmente! Julho está na reta final. Agosto tão depressa está aí, como logo estará de partida. Depois, só nos restarão mais uns dias de setembro para saborearmos os bons caprichos de um verão que foge.


publicado por momento do café às 10:45
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24
Jul 13

Do anterior governo, sai um ministro e faz-se uma repescagem remodeladora.  Sendo mais notória, um ministro repescado para Vice-PM. Outro ministro repescado para o Emprego que está de regresso ao ministério que já tutelava. Uma ministra repescada só para a Agricultura e o Mar. Novidades, novidades, e em estreia absoluta no elenco governativo, são os ministros da Economia, dos Negócios Estrangeiros e do Ambiente e Energia. A arte de dar nova forma ao que já existia, introduzindo-lhe ajustamentos nos ministérios e três novas personalidades. O engenho na arte da remodelação.

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