domingo, 14 de junho de 2026

 29

Dez 11

E 2011 está de partida. São 365 dias que ficam resumidos à crise e à austeridade que ganharam tal dimensão que transbordam para 2012. Adivinham-se, pois, dias difíceis para o ano que está a chegar. Viva-se, contudo, o momento irrepetível que assinala a chegada de 2012. Ergam-se as taças e formulem-se os melhores votos. Faça-se um brinde com otimismo. Ser otimista (não um iludido ou um alienado) ajudará a encarar a adversidade com mais leveza. É preciso crer nos momentos bons que, embora escassos, poderão amenizar as dificuldades que marcarão 2012. Tracem-se múltiplas estratégias de superação e fintas à crise e tudo o mais que a imaginação, que se torna mais produtiva nos momentos difíceis, invente para contrariar a austeridade...

publicado por momento do café às 17:07
Tags/etiquetas: 

23
Dez 11

Naquele tempo, lá em casa, a árvore de Natal e a figura do Pai Natal não faziam parte do nosso Natal. O presépio é que nunca faltava. Era a presença emblemática do Natal que se vivia em família. Lembro-me que, à meia-noite, o Menino Jesus era colocado nas palhinhas do presépio. Era a hora, então, de pôr os sapatinhos junto ao fogão que ficava sob a chaminé da cozinha e ir para a cama. Mas a ânsia de ver os presentes que o Menino Jesus trazia não nos deixava dormir e obrigava-nos a madrugar para espreitar os presentes. Quantas vezes, eu e os meus irmãos até já os tínhamos descoberto num dos guarda-fatos lá de casa. Mas guardávamos segredo. Bem escondidos! - pensava a mãe. Era uma alegria...

 

publicado por momento do café às 12:02

Sem comentários:

Enviar um comentário