sábado, 13 de junho de 2026

 20 Jul 09

No PS houve quem defendesse que, se perdesse, poderia ficar na Câmara como vereadora. Imagina-se nesta posição?


Não. Vejo-me como a presidente que pode fazer o Porto inverter o declínio em que caiu e é isso que importa discutir neste momento.
"  Aqui

 

Foi deste modo que Elisa Ferreira, a candidata independente à Câmara do Porto pelo Partido Socialista (PS), respondeu ao jornal SOL. Ao ser-lhe permitida, pela Direcção do PS, uma dupla candidatura ao Parlamento Europeu e às Autárquicas, abriram-se duas alternativas perante os resultados das eleições. Já obteve o seu lugar como deputada no Parlamento Europeu, onde poderá dar continuidade ao seu trabalho, iniciado em mandato anterior. Agora, já está em campanha pela presidência à C.M. do Porto, tem o apoio do Presidente do Futebol Clube do Porto e, talvez como adepta deste clube da Invicta cidade e com o apoio da massa associativa do FCP, os chamados portistas, só se vê como  presidente. A cidade do  Porto não pertence  só aos portistas e muitos destes não estão confinados à cidade e, portanto, nem todos votam no Porto. Aqui, votam os portuenses por nascimento e adopção, entre os quais, estarão muitos portistas que não gostam de ver o futebol misturado com a política. Por muita transparência que haja, há sempre quem desconfie. As sondagens não lhe dão a vitória e, neste caso, afirma que não se vê como vereadora. Ainda bem que, honestamente, revela a sua decisão... Será que, como vereadora, não poderia ter um papel que invertesse o declínio em que a cidade caiu, segundo as suas palavras e do juízo que faz do trabalho de Rui Rio, actual presidente e candidato seu opositor?

publicado por momento do café às 15:53

 


A 20 de Julho de 2005, nascia o Tiago. Parecia uma amostra de gente e teve de usar roupa destinada aos prematuros de tão pequenino que era quando nasceu. Muito bem disposto e determinado, frequenta o jardim de infância desde os três anos.
Hoje completas 4 anos e neste dia do teu aniversário, Tiago, um beijinho de Parabéns para ti.

publicado por momento do café às 00:59

19
Jul 09

Aqui está, em forma objectiva e clara, um documento* que pode ser acessível a todos que o queiram ler e conhecer tudo aquilo que o cidadão português sente e deseja mudar neste Portugal, onde se vivem dias difíceis, com políticas tão indefinidas e agravadas pela crise económica que nos afecta, graças a reformas, decisões e medidas políticas que têm sido implementadas de forma descontínua e talhadas para dados sectores da sociedade, momentos e situações do país. Há várias questões que são colocadas aos diversos partidos do espectro político português e a quem se exigem respostas urgentes, adequadas, concretas, válidas e viáveis que possam acudir de forma eficaz à agonizante economia que vem imprimindo um reflexo negativo às políticas sociais, nas suas vertentes de segurança e ordem internas, justiça, educação, saúde, trabalho e segurança social, ambiente e cultura. A cada cidadão português que sentindo-se responsável, cabe exigir a mudança e, por dever e direito cívicos, dar a sua contribuição para o debate político sério e assente na realidade económico-social do país e fazê-lo como participante activo e não só como mero votante que deposita nas urnas o seu votozinho que há-de contribuir para que este, aquele ou ainda um qualquer outro partido político chegue, democraticamente, ao governo. A sociedade portuguesa não pode afastar-se da política porque esta não é monopólio dos políticos e dos partidos. A política também é pertença dos cidadãos, não se faz sem estes e não se pode esgotar ao nível dos partidos políticos da democracia representativa, pela escolha e a vontade dos cidadãos nas urnas. Sejamos cidadãos com vontade e saibamos exigir o debate sobre o queremos para Portugal, agora e no futuro.

 *"cidadãos e debatem política"

 

 

publicado por momento do café 

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