sábado, 13 de junho de 2026

 18 13 de julho

A poeira do pessimismo paira por essas bandas e, há uma semana, um sufoco vem tomando conta de nós. Restam a sobrevivência e a sanidade mental preservadas para, desesperadamente, agarrarmos uma réstia de esperança que ainda circula, por aí, clandestinamente. Queremos alcançar a salvação de quem está disposto a ampliar-nos a confiança que perdemos entre a crise, a austeridade e as falhas. Para tal, o PR deu o esboço, impôs as condições para que o projeto de salvação nacional se concretizasse e remetesse ao silêncio. Não sabemos o que se passou, se o esboço já está a tomar forma, se o projeto está prestes a ser acordado e concluído para aplicação. Sabemos que é um projeto a três e a prazo. Nada transpira da técnica, do traço, da liberdade dos projetistas em expressar a realidade com que se confrontam e as dificuldades, as divergências e os recursos de que dispõem. Tendo em conta as diferenças de princípios e os processos políticos que distinguem os projetistas chamados ao compromisso de segurança nacional, esperamos compreensão racional e a conciliação para que, de forma realista e dinâmica, tragam soluções e mantenham o discernimento para implementação em, com serenidade e razoabilidade, o que vier a resultar. Vivemos momentos difíceis. Precisamos de quem projeta novos caminhos e não nos embrulhe num projeto de vãs promessas e enganos, sem um fim à vista, e que não seja mais tempo perdido, nem sacrifícios desperdiçados. Precisamos de um compromisso estruturante, um projeto que recrie nossa opinião no futuro. Precisamos, também, das ações securizantes dos projetistas nos momentos em que tivermos de garantir, superar ou evitar escolhos e dificuldades que o projeto tenha a definir para cumprirmos com tranquilidade os compromissos externos a que somos obrigados. Esperamos um projeto de compromisso de segurança nacional rapidamente, em pleno verão, num dia soalheiro! Por agora, o calor aperta e o tempo das soluções urge.  

publicado por momento do café 

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