segunda-feira, 15 de junho de 2026

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24 de junho de 2012 

S. Urgência/Unidade de AVC do HS João do Porto

Há dias maus. Felizmente que é amenizado pela atitude das pessoas a quem recorremos para pedir ajuda. E assim aconteceu, desde o médico do Centro de Saúde que logo providenciou a transferência do meu marido para os Serviços de Urgência do Hospital de S. João do Porto, para a equipa médica da SU que avaliou o seu estado e, também, para a equipa médica da Unidade de AVC onde teve de permanência internada. Eu senti que tudo iria correr bem. Tudo estava a ser feito! Também não posso deixar de referir a maneira como foi tratado quando, depois da alta, tev

e de recorrer novamente ao Serviço de Urgência porque um novo problema de saúde se manifestou.

O meu agradecimento ao médico do Centro de Saúde, ao pessoal médico e de enfermagem e aos auxiliares de ação médica do SU (em ambas as situações) e à Unidade de AVC que estiveram presentes em todo o processo e que desenvolveram para a minha tranquilidade e bem-estar do meu marido. Um grande Bem-haja!

publicado por momento do café/mariam🐸


12 de junho de 2012

Austeridade terapêutica num país exangue

Austeridade é uma terapêutica escolhida. Dói. Cai, em nossas vidas, em doses colossais! Com a advertência de que o tratamento vai afetar, ainda mais, o nosso cotidiano. Será violento. Uma dosagem dura. E a coleta de que surjam efeitos contraindicados, até recessivos. No horizonte, o sacrifício e a sombra do definhamento. Não se descarte a possibilidade de ser necessário recorrer ao reajuste da dose prescrita. Acrescenta-se que, não obstante o tratamento agressivo e duro, a cura não fica garantida. Terapia de choque, sem garantia. Sem prazo à vista. Pobre país, inferno! Vive um dia de cada vez. Umas vezes, com medo. O fantasma de um país exangue. Que morra da cura e não da doença. Outras, com esperança. Contida pelo temor de que possa ser arrancada, a sangue-frio, pelos curandeiros experimentalistas.   

publicado por momento do café🐸


10 JUN20 12

Sr. primeiro Ministro: ganho menos que há 10 (dez) anos

O cidadão, o pai, o primeiro-ministro, pessoa em quem não vota, anuncia mais austeridade. Acaba de me desferir mais um muro no estômago. Contorço-me com dor. Esconjuro-a. Ganho menos que há 10 (dez) anos. E não contabilizo os dois subsídios que também foram! Essa austeridade me sufoca. Sinto-me indignada. Não me calo. Onde está o patrimônio? Grito a injustiça. Choro de raiva. Apetece-me partir da louça toda. Ufá! Até eu ficar cansada de tanta ação, mas não desisto. Não desmobilizo perante este sentimento de injustiça. Não pare a minha indignação. Quem se junta à minha indignação?

Texto na linha da carta que escrevi ao PM em 17-10-2011 )  amenizados pela atitude das pessoas a quem recorremos para pedir ajuda. E assim aconteceu, desde o médico do Centro de Saúde que logo providenciou a transferência do meu marido para os Serviços de Urgência do Hospital de S. João do Porto, para a equipa médica da SU que avaliou o seu estado e, também, para a equipa médica da Unidade de AVC onde teve de permanência internado. Eu senti que tudo iria correr bem. Tudo estava a ser feito! Também não posso deixar de referir a forma como foi tratado quando, depois da alta, tive de recorrer novamente ao Serviço de Urgência porque um novo problema de saúde se manifestou.O meu agradecimento ao médico do Centro de Saúde, ao pessoal médico e de enfermagem e aos auxiliares de ação médica do SU (em ambas as situações) e à Unidade de AVC que estiveram presentes em todo o processo e que desenvolveram para a minha tranquilidade e bem-estar do meu marido. Um grande Bem-haja!

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12 jun2012

Austeridade terapêutica num país exangue

Austeridade é uma terapêutica escolhida. Dói. Cai, em nossas vidas, em doses colossais! Com a advertência de que o tratamento vai afetar, ainda mais, o nosso cotidiano. Será violento. Uma dosagem dura. E o recebimento de que surjam efeitos contra indicados, até recessivos. No horizonte, o sacrifício e a sombra do definhamento. Não se descarte a possibilidade de ser necessário recorrer ao reajuste da dose prescrita. Acrescenta-se que, não obstante o tratamento agressivo e duro, a cura não fica garantida. Terapia de choque, sem garantia. Sem prazo à vista. Pobre país, inferno! Vive um dia de cada vez. Umas vezes, com medo. O fantasma de um país exangue. Que morra da cura e não da doença. Outras, com esperança. Contida pelo temor de que possa ser arrancada, a sangue-frio, pelos curandeiros experimentalistas
publicado por momento do café/mariam  🐸


10juN2012 
Sr. Primeiro Ministro: ganho menos que há 10 (dez) anos
O cidadão, o pai, o primeiro-ministro, pessoa em quem não vota, anuncia mais austeridade. Acaba de me desferir mais um muro no estômago. Contorço-me com dor. Esconjuro-a. Ganho menos que há 10 (dez) anos. E não contabilizo os dois subsídios que também foram! Esta austeridade me sufoca. Sinto-me indignada. Não me calo. Onde está o patrimônio? Grito a injustiça. Choro de raiva. Apetece-me partir da louça toda. Ufa! Até eu ficar cansada de tanta ação, mas não desisto. Não desmobilizo perante este sentimento de injustiça. Não pare a minha indignação. Quem se junta à minha indignação?
(Texto na linha da carta que escrevi ao PM em 17-10-2011 )
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