24 jun2012
S. Urgência/Unidade de AVC do H.S.João do Porto
Há dias maus. Felizmente que é amenizado pela atitude das pessoas a quem recorremos para pedir ajuda. E assim aconteceu, desde o médico do Centro de Saúde que logo providenciou a transferência do meu marido para os Serviços de Urgência do Hospital de S. João do Porto, para a equipa médica da SU que avaliou o seu estado e, também, para a equipa médica da Unidade de AVC onde teve de permanência internada. Eu senti que tudo iria correr bem. Tudo estava a ser feito! Também não posso deixar de referir a maneira como foi tratado quando, depois da alta, tev
e de recorrer novamente ao Serviço de Urgência porque um novo problema de saúde se manifestou.
O meu agradecimento ao médico do Centro de Saúde, ao pessoal médico e de enfermagem e aos auxiliares de ação médica do SU (em ambas as situações) e à Unidade de AVC que estiveram presentes em todo o processo e que desenvolveram para a minha tranquilidade e bem-estar do meu marido. Um grande Bem-haja!
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12 jun2012
Austeridade terapêutica num país exangue
Austeridade é uma terapêutica escolhida. Dói. Cai, em nossas vidas, em doses colossais! Com a advertência de que o tratamento vai afetar, ainda mais, o nosso cotidiano. Será violento. Uma dosagem dura. E a coleta de que surjam efeitos contraindicados, até recessivos. No horizonte, o sacrifício e a sombra do definhamento. Não se descarte a possibilidade de ser necessário recorrer ao reajuste da dose prescrita. Acrescenta-se que, não obstante o tratamento agressivo e duro, a cura não fica garantida. Terapia de choque, sem garantia. Sem prazo à vista. Pobre país, inferno! Vive um dia de cada vez. Umas vezes, com medo. O fantasma de um país exangue. Que morra da cura e não da doença. Outras, com esperança. Contida pelo temor de que possa ser arrancada, a sangue-frio, pelos curandeiros experimentalistas.
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10 JUN2012
Sr. primeiro Ministro: ganho menos que há 10 (dez) anos
O cidadão, o pai, o primeiro-ministro, pessoa em quem não vota, anuncia mais austeridade. Acaba de me desferir mais um muro no estômago. Contorço-me com dor. Esconjuro-a. Ganho menos que há 10 (dez) anos. E não contabilizo os dois subsídios que também foram! Essa austeridade me sufoca. Sinto-me indignada. Não me calo. Onde está o patrimônio? Grito a injustiça. Choro de raiva. Apetece-me partir da louça toda. Ufá! Até eu ficar cansada de tanta ação, mas não desisto. Não desmobilizo perante este sentimento de injustiça. Não pare a minha indignação. Quem se junta à minha indignação?
Texto na linha da carta que escrevi ao PM em 17-10-2011 ) amenizados pela atitude das pessoas a quem recorremos para pedir ajuda. E assim aconteceu, desde o médico do Centro de Saúde que logo providenciou a transferência do meu marido para os Serviços de Urgência do Hospital de S. João do Porto, para a equipa médica da SU que avaliou o seu estado e, também, para a equipa médica da Unidade de AVC onde teve de permanência internado. Eu senti que tudo iria correr bem. Tudo estava a ser feito! Também não posso deixar de referir a forma como foi tratado quando, depois da alta, tive de recorrer novamente ao Serviço de Urgência porque um novo problema de saúde se manifestou. O meu agradecimento ao médico do Centro de Saúde, ao pessoal médico e de enfermagem e aos auxiliares de ação médica do SU (em ambas as situações) e à Unidade de AVC que estiveram presentes em todo o processo e que desenvolveram para a minha tranquilidade e bem-estar do meu marido. Um grande Bem-haja!
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12 jun2012
Austeridade terapêutica num país exangue
Austeridade é uma terapêutica escolhida. Dói. Cai, em nossas vidas, em doses colossais! Com a advertência de que o tratamento vai afetar, ainda mais, o nosso cotidiano. Será violento. Uma dosagem dura. E o recebimento de que surjam efeitos contra indicados, até recessivos. No horizonte, o sacrifício e a sombra do definhamento. Não se descarte a possibilidade de ser necessário recorrer ao reajuste da dose prescrita. Acrescenta-se que, não obstante o tratamento agressivo e duro, a cura não fica garantida. Terapia de choque, sem garantia. Sem prazo à vista. Pobre país, inferno! Vive um dia de cada vez. Umas vezes, com medo. O fantasma de um país exangue. Que morra da cura e não da doença. Outras, com esperança. Contida pelo temor de que possa ser arrancada, a sangue-frio, pelos curandeiros experimentalistas.
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