02Jun2011
Um país que vive momentos difíceis. Uma dívida pública que atinge uma dimensão incomensurável. Um sequente pedido de resgate que exige a implementação de pesadas medidas de contenção financeira e impõe juros incomportáveis que colocam esse país numa situação crítica. Um compromisso perante os credores que se prestaram a fixar uma ajuda. Um cumprimento assumido sob pena do cidadão passar a ser pertença de um país insolvente. E, num país assim, que vive uma grave crise, será que alguém que foi eleito democraticamente para o exercício da governação, que não travou o seu endividamento, que o colocou à beira da insolvência e que, in extremis, pediu a ajuda financeira externa à qual vão corresponder condições e ações que lhe espartilham o presente e o futuro, merece, em sã consciência, a confiança dos seus concidadãos? Uma resposta afirmativa só evidenciará uma estranha escolha num país quase insolvente!
Também para si, os votos de Bfsemana .
Grata pela sua visita. Um beijinho.
mariam/momento do café a 3 de Junho 2011#
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