28Jul2013
Abri as portadas, olhei. A força da água da chuva era tanta que fugia estrada abaixo. Como chovia por aqui, cerca das oito da manhã! Tal como veio, repentina e forte, logo serenou. Ainda ontem, assim aconteceu. O dia teve tantas “caras” que já nem sei se poderei dizer que estamos no verão. Choveu, depois um sol tímido lá rompeu por entre um céu cinzento e conseguiu reivindicar o espaço azul onde gosta de brilhar e sentir-se como astro rei. Anda pouco convencido da sua realeza universal. Ameaças de se tornar escaldante não faz, nem vem fazendo. Fez isso num espaço de dias, logo se cansou, já lá vão duas ou três semanas atrás. Tem irradiado ameno e tranquilo. Não mais do que isso. E não tem prescindido da companhia permanente das nuvens tipo algodão branco que, ao fim do dia, acinzam e lá deixam cair mais umas escassas mas grossas gotas de chuva. Cada dia deste julho é um déjà vu… Apre! Este verão está particularmente “foleiro”. Até o triste verão vem congeminando contra mim.
publicado por momento do café/mariam 🐸
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