11Out2010
Saio à rua e olho a gente que passa. Sobre os ombros, esta gente carrega o peso do desemprego, o ónus dos impostos, o futuro hipotecado. É gente que carrega a mágoa das expectativas traídas e o peso da esperança coarctada que lhe limitam o sonho legítimo do crescimento pessoal e social. No rosto, vejo-lhe a tristeza e o desencanto. O cinzento da crise que este Estado-sanguessuga impõe, tolhe-lhe a vida, esmiúça-lhe o optimismo.
publicado por momento do café/mariam 🐸
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