Primavera é o desabrochar da natureza que obedece e respeita o calendário da renovação. É a frescura das tonalidades, o matiz de cores que a natureza toma. É a miscelânea dos primeiros chilreios e zuídos que se espalham e se confundem no ar. É a explosão dos aromas que enchem o tom mais azul e mais límpido do céu. É a luminosidade e o brilho do astro-rei que se abre para a leveza dos dias.
mariam terça-feira, 20 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Ser simplesmente… mulher!
Mulher, mãe, filha, irmã, companheira. Mulher respeito e amor. Mulher discriminação e violência. Mulher dignidade. Mulher longa jornada. Trabalhadora. Sacrifício e luta. Mulher fragilidade feita fortaleza. Ser simplesmente… mulher gestora dos afetos e do amor, do sofrimento e do perdão, das alegrias e risos.
mariam
in momento de café
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sexta-feira, 2 de março de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Carnaval é um só dia!

Carnaval é um só dia! Por escassas horas, esqueçamos a troika, a austeridade, Passos Coelho & Companhia e demos largas à folia. Coloquemos a máscara da alegria. Depois, já na quarta-feira de cinzas, retomemos a máscara da pieguice e da complacência e aguentemos a chatice do "carnaval" diário.
mariam quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Sol de inverno
O sol brilha. Toma conta do céu azul. Certamente, este sol não conseguirá suster o seu brilho por muito tempo. É um sol de inverno que não aquece, mas que enche de luz estes dias gelados.
mariam
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Quotidiano
Aborrecimento e monotonia vestem tédio e rotina que, de mãos dadas, descem pela rua do nosso quotidiano. Desfilam seguros e, sob os holofotes do desalento, ganham mais brilho na tentativa de ofuscar o ânimo que lhes resiste.
mariam
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Infeliz inconveniência verbal
"Palavras, leva-as o vento!" - dizem. Contudo, há palavras que o vento, por mais forte que sopre, não consegue varrê-las da nossa memória. E a lembrança de quem as proferiu tem a força de as vincar. Infeliz inconveniência verbal.
mariam
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Simplesmente vencedores q.b.
A vida exige uma permanente e diferenciada atitude de aceitação, ou não, de emoções, sentimentos, ações e factos que a desenham, o que nos permite concluir que a ela acontece num desafio contínuo à determinação e à resistência que nos sustêm e, quantas vezes, à desistência que nos atrai. Enfrentar esse desafio contínuo é desgastante. O resultado nem sempre é compensador. Umas vezes, somos perdedores sobreviventes e, outras vezes, perdedores não resignados. Quase nunca, vencedores incólumes. Muitas vezes, simplesmente vencedores q.b..
mariam
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
O existir pressupõe a aceitação de desafios
Se nos agarramos ao não desistir, claramente estamos a escolher o caminho mais difícil, o existir, que pressupõe a aceitação de todos
desafios da vida, os fáceis, os difíceis, os incontornáveis. Todos eles podem ser
compensadores e estimulantes na resposta aos desafios
sequentes e aos riscos que comportam. Da vitória à derrota e destruição
de sonhos, também podem desencadear a necessidade de decisão entre o resistir e o não
resistir e, consoante a escolha que façamos, levarem-nos a desafios de último recurso, entre o construir e o sucumbir, o vencer e o não vencer.
mariam
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
A vida é um desafio
Os dilemas que a vida nos propõe ou impõe, remetem-nos para a tomada de consciência de que somos livres ou estamos condicionados e obrigados por circunstâncias que nos levam a fazer opções e são estas que nos incitam a muitos outros desafios e ao mais definitivo, entre o desistir e o não desistir. Se nos inclinamos pelo desistir, claramente estamos a escolher o não existir. E o desafio termina nesse momento.
mariam
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